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Olá, pessoas bonitas!! Espero que tenham aproveitado bastante o final de semana ao lado de pessoas que ama. 💗 Hoje, quero falar sobre um assunto polêmico,  já parou para pensar o que leva alguém a encarar procedimentos, muitos até dolorosos,  para mudar algo no corpo?


   Alguns casos são por questões de saúde, outros por estética. Porém precisamos nos atentar ao conteúdo que nos rodeia, a mídia influencia muito nos padrões de beleza, o que colabora para o ranking brasileiro de segundo país com maior número de cirurgias plásticas.  Algo que assusta, pois pode afetar direta ou indiretamente aqueles que tem como modelos nós adultos. Pensando nisso gostaria muito de questionar: você se aceita como realmente é?


   Se conhecer, saber os pontos fortes e fracos devia ser a primeira lição de casa da vida, não acha? Acredito que dessa forma, cada ser se autoanalisando, possa traçar um limite entre o que é necessário e o que é influenciado por fatores externos. Ao olhar no espelho, precisamos nos sentir bem com aquela figura que está sendo refletida, sendo esta modificada ou não. Então, vamos começar a repensar no nosso corpo? (:


Fotis google


Eu contei ontem lá no E Aí Ferrá sobre o Projeto Baleia Branca, um Projeto que tem propósitos positivos e que visa trazer mais coisas boas para nosso dia a dia. Ele tem 50 desafios que promovem o amor próprio, melhoria em relacionamentos, a prática do bem, reflexão e gratidão (Dani <3). Hoje, enquanto escrevo, estou no sétimo desafio.

Escreva um texto sobre como se sente sobre você mesmo. Compartilhe apenas se você se sentir confortável, se não, pode guardar só para você - mas lembre-se de guardá-lo.
Então, resolvi que eu vou sim compartilhar esse texto, por mais pessoal que ele seja, acredito que possa ajudar a incentivar outras pessoas. Então, vamos lá?

"Hoje estou no sétimo dia da primeira parte do Projeto Baleia Branca, onde o propósito é estimular o amor próprio. Mesmo sabendo da importância disso e de conseguir enxergar como eu venho melhorando com o passar do tempo, não posso dizer que eu o pratico diariamente.

Eu ainda sou bastante exigente com algumas coisas comigo mesma, bem menos do que eu era há alguns anos, garanto, mas mesmo assim é algo que precisa continuar sendo trabalhado. Não posso mentir só porque esse texto vai ser compartilhado e dizer que sou apaixonada por mim, que amo meu corpo, minha mente, minhas ações e atitudes. Seria uma mentira extremamente perigosa.

Apesar de vivermos numa sociedade extremamente conectada às redes sociais, um ambiente de extremas mentiras, que visam mostrar ao mundo apenas os pontos positivos de nossas vidas, às vezes precisamos nos abrir um pouco e mostrar ao mundo que nem tudo anda tão perfeito quanto parece. Então eu preciso dizer que não, minha rotina não é apenas namorado, doces e blogs, como pode parecer para quem me segue nas redes sociais.

Minha vida tem altas brigas com o espelho e com as câmeras do celular, tem estresses de trabalho e faculdade, tem inúmeras tentativas frustradas de fazer isso ou aquilo, tem várias noites acordadas pensando naquele problema de 2006 e muitas outras coisas que a gente acaba deixando de lado.

Acontece que mesmo com tudo isso, preciso admitir que a Samantha de 2017 tem uma relação muito melhor consigo mesma do que a Samantha de 2013, por exemplo. Hoje, olho pra trás e posso dizer que tenho orgulho de mim mesma em vários aspectos - mesmo que outros, nem tanto. Preciso dizer que quando penso em como eu era antes, conseguir chegar onde eu estou hoje é inacreditável.
Mascote do Projeto Baleia Branca - Tem alguma ideia de nome pra ele? Deixe nos comentários!

O negócio disso tudo, o que eu quero dizer - tanto pra mim, quanto para quem for ler meu montante de palavras - é que mesmo não tendo a vida perfeita que eu achei que teria um dia - quando admirava os adultos enquanto ainda era uma inocente criança - eu posso ter muitas coisas positivas. Eu posso não ter o cabelo que eu queria, mas conquistei um emprego muito bom. Eu posso estar perdida na faculdade, mas estou conseguindo levar de um jeito até que bom. Eu posso não ter realizado algumas coisas, mas posso - e devo - me sentir orgulhosa pelo que consegui realizar.

Um outro ponto interessante a se pensar sobre o amor próprio é que ele é como amar outra pessoa. Quando falamos sobre nos cobrar menos, nos aceitar mais, não é com o intuito de fazer você ou qualquer outra pessoa chegar ao ponto do comodismo - onde tudo está bom. O amor, seja consigo ou com o outro, não funciona dessa forma. O amor desafia você a se tornar alguém melhor, a lutar pelo que você deseja e buscar o amadurecimento e o crescimento necessário. Quando falamos sobre aceitação e cobrança, a questão é compreender os próprios limites. Refletir sobre aquilo que pode ser mudado ou não e aceitar o que você pode fazer, entender até onde pode ir e, assim, saber o que você deve mudar e o que você deve aceitar como é.

Além do mais, eu - e muitas outras pessoas - precisamos compreender que por mais que a vida de todo mundo esteja parecendo perfeita no Instagram e a nossa esteja parecendo um furacão de desastres, nenhuma das versões são 100% reais. Eu preciso diminuir minha auto cobrança em alguns aspectos, aumentar em outros, preciso me aceitar mais em algumas coisas e me cobrar mais em outra. Eu preciso lembrar que a vida tem esse lance importante, chamado de equilíbrio - e que não podemos fugir dele, para nenhum dos lados.

Pra finalizar, gora é hora de reler o que escrevi sobre como a gente precisa se frustrar e sobre como às vezes a gente realmente acredita que vai conseguir abraçar o mundo sozinha, e como isso não é verdade.

Para quem não sabe, os votos de casamento não são apenas um momento de declaração, mas também de promessa.


Hoje, aqui vim me declarar e prometer. Estamos juntas há o que? 20 anos e alguns meses, sim, tudo isso já passou. Nem parece que foi tanto tempo, às vezes, quase sempre, sinto que ainda não te descobri por inteiro, que ainda tenho um universo inteiro a te conhecer.

Me perdoe por não lembrar exatamente quando ou como tomei consciência da sua pessoa, mas mesmo sem saber, eu pude te sentir, te viver. Peço perdão mas também te agradeço, por ter sido suficientemente forte em todos os piores dias de nossas vidas. Estamos aqui, não é mesmo?

Houve choro, gritos, surtos de raiva e de tristeza, mas cada um deles só nos fez mais fortes. Nem sempre a gente acordou amando aquilo que víamos, mas está tudo bem, pois nunca deixamos de amar o que vivemos, e isso sempre foi mais importante.

Houve tempos em que não houve vontade de fazer um mimo, ou mesmo de fazer companhia, mas tudo bem, nós não desistimos por causa desses empecilhos. Nós estamos aqui, não estamos?

Me perdoe pelas vezes que fui desleixada, que te odiei mesmo que por pouco tempo, que sonhei em viver um outro alguém. Obrigada por não desistir.

Hoje eu me caso não com alguém que a morte há de separar, mas sim com quem nada nem ninguém pode me tirar. Hoje eu me caso comigo, eu me amo e me prometo melhorar, me cuidar e ao meu bem estar ser fiel. Hoje eu sou minha.

Como começar a escrever no questões de opinião mudou a minha vida


Como vocês já devem saber, faz poucos meses que estou aqui no QO, né? Foi no finzinho de maio que a Dani me chamou pra participar e eu nem acreditava direito no começo. Sempre gostei muito das atividades que envolviam criar e manter um blog, mas sozinha nunca havia conseguido manter um próprio, ou seja, era a oportunidade que eu precisava; trabalhar num blog e ter um compromisso com alguém, o que não me deixaria largar mão. E posso dizer que a experiência tem sido muito melhor do que eu imaginava.

De início foi uma pequena mudança na minha rotina. As terças iam chegando e eu ia escrevendo e mostrava mais para a minha família, mas em pouco tempo fui me animando em relação ao tema e, em parte, isso tomou conta de mim hahaha. Eu ganhei a minha própria assinatura personalizada, eu tinha um espaço todo meu aqui no blog (demorou pra cair a ficha disso!!!), as pessoas estavam realmente lendo tudo aquilo e conhecendo uma eu que talvez nem eu mesma tivesse conhecimento até por as palavras pra fora.

Há algum tempo eu não sentia essa vontade toda de fazer algo, não via muitas expectativas, estava tudo simplesmente ok, e agora eu consegui achar algo que me desse um gás de novo. Acredito muito no crescimento do blog e na amizade minha e da Dani. A gente se conhece há uns anos mas agora é pra valer, né?

Além de fazer um agradecimento mais que especial pra Dani por essa oportunidade, o que eu quero dizer aqui é que muitas vezes são pequenas mudanças que têm a chance de transformar nossa vida. As oportunidades que nos aparecem podem às vezes parecer que não valerão a pena, que não farão uma diferença significativa, e no fim a gente deixa passar muita coisa boa por bobeira.

Pode ser aquele amigo que quer te apresentar o primo, a festa da amiga da sua mãe ou a chance de trabalhar em um evento. Cada coisa que surge na vida pode estar recheada de oportunidades incríveis mas que muitas vezes nós deixamos passar por preguiça ou por acreditar que não vale o esforço. A dica que eu te dou é de nunca desperdiçar oportunidades, por mais improváveis que elas possam parecer.

Para muitos, começar a escrever como colunista num blog pode não parecer muita coisa, mas para mim vem sendo algo incrível. Me trouxe sensações que eu não sentia há algum tempo, me trouxe uma boa amizade de volta, a chance de criar um portfólio enquanto trabalho com o que eu mais gosto, a necessidade de me manter na linha pelo meu compromisso, tudo isso além de toda a alegria de estar realizando esse sonho de trabalhar com blogs e ganhando uma experiência incrível, tanto pessoal quanto profissional.

Não deixe passar as portas que a vida te traz para novos caminhos, nem desista dos teus sonhos. A vida é cheia de surpresas e nunca saberemos quando algo pode ser a reviravolta que a gente precisa. A persistência e a garra são essenciais para conquistar qualquer tipo de sucesso, seja ele profissional ou pessoal.