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Um dia, estava eu fuçando no Netflix em busca de alguma coisa interessante para assistir, quando vejo a série Dance Academy. Apesar de parecer um pouco infantil no começo, resolvi arriscar e adorei. Me envolvi com cada personagem, torci por eles, sofri com cada derrota e chorei no último episódio (e em outros episódios também).


Dance Academy é um seriado australiano que acontece em Sidney e estreou em 2010, terminando três anos depois, com três temporadas.
A série retrata o dia-a-dia de um grupo de adolescentes na Academia Nacional de Dança, onde aprendem não só a dançar, mas também sobre relacionamentos, amizade, expectativa, dor, perda, paixão e tomada de decisões.


Os atores realmente têm que treinar e praticar cada dança, se submetendo a uma rotina exaustiva de exercícios. Além disso, a maioria dos atores sabe cantar ou tocam um instrumento.
Nessa série podemos acompanhar o amadurecimento de cada personagem ao longo dos anos, conforme eles vão superando obstáculos, fazendo suas escolhas profissionais e pessoais, aprendendo a se virar sozinhos, lidando com a adolescência e se tornando jovens adultos.


Pesquisando sobre a série, descobri seu site oficial, onde é possível interagir com os personagens e se sentir dentro da Academia, podendo visitar o quarto de cada personagem, assistir os episódios da série, ver fotos, responder a um Quiz, assistir aos bastidores e conferir vídeos. Além disso, cada ator fala sobre seu personagem e sobre a experiência de atuar e dançar no seriado.
“Houve um dia em que o tempo parou e tudo fez sentido. Eu sabia que, um dia, eu poderia voar. E é por isso que, nessa vida, eu danço.” (Tara, a personagem principal, no primeiro episódio da série).


Sim, a Maitê Proença também é escritora. E das boas. 
Dela, já devorei o livro "Uma vida Inventada" e quero ler mais. 

Dessa vez, o escolhido foi "É duro ser cabra na Etiópia", que reúne histórias e poemas engraçados escritos pelos fãs e com base em uma frase inusitada. Detalhe: esses textos tinham que ter no máximo 1.500 caracteres. 
Com muita paciência e criatividade, Maitê selecionou 169 textos, dentre 1622 enviados a ela em seu blog. 


A contribuição do público não parou por aí. Eles ainda opinaram nas fotos, desenhos e pinturas, enviando imagens, fotografias e desenhos, a pedido da autora. Por isso, o livro é colorido, diferente e chama atenção pelo projeto gráfico.


Cada página do livro é diagramada de um jeito diferente, contendo diferentes fontes, cores e até mesmo anotações feitas a punho por Maitê, que cuidou de cada detalhe do livro, editando e selecionando do seu jeito.

" Por que não elaborar um livro com material desconhecido? Inventar algo a partir do que não domino ou determino, e lidar com aquilo à medida que fosse se apresentando?" Maitê Proença



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Hoje vim falar pra vocês sobre o livro novo da Cecilia Ahern, a escritora de PS. Eu te amo. Este é o segundo livro da autora que vira filme e eu tô louca para assistir.


Rosie e Alex são amigos inseparáveis desde a infância, frequentam a mesma escola e estão na mesma classe, onde sempre trocam bilhetes durante as aulas e, por isso, vivem levando bronca e sendo levados à diretoria.
Conforme o tempo vai passando e a adolescência chega, os dois se comunicam não mais por bilhetes e sim através de SMS (se o livro fosse lançado agora, a comunicação seria na baste do What´s app).
Quando os dois estavam no colegial, Alex se vê obrigado a se mudar da Irlanda, já que seu pai é transferido para uma empresa em Boston, nos Estados Unidos. 

Rosie fica muito triste e contrariada com a partida do amigo mas logo arranja uma solução: se inscreve em uma faculdade de hotelaria em Boston, enquanto Alex planeja estudar medicina na mesma cidade. 
Mesma na distância, os dois continuam se falando através de e-mails, contando cada detalhe sobre seu dia-a-dia, bem como sonhos e planos para o futuro. 


Na noite do baile de formatura de Rosie, Alex não consegue comprar sua passagem para Irlanda e acaba não aparecendo ao evento, o que traz muitas consequências para a vida de ambos.
Rosie é aceita na faculdade de hotelaria e está prestes a se mudar para Boston quando algo inesperado acontece e a impede de seguir seu sonho, pelo menos por algum tempo. 

Será que esse relacionamento vai resistir ao tempo, a distância, a outras amizades? Será que Alex e Rosie vão conseguir manter o contato mesmo passando por tantas mudanças em suas vidas? 



O livro é contado através dos bilhetes, SMS, e-mails, cartas e cartões postais trocados entre os personagens enquanto estes expressam seus arrependimentos, seus medos e seus sonhos para o futuro. Por isso, a linguagem é leve e você não consegue parar de ler. 



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Quem é viciada nos livros do John Green levanta a mão!
Pra quem não o conhece, ele escreveu A Culpa é das Estrelas, Cidades de Papel e Quem é Você Alasca. 

Dessa vez, ele nos apresenta Colin, um adolescente prodígio, que está de coração partido  e que acaba de se formar no Ensino Médio. Com uma inusitada missão, ele resolve vagar de carro por aí, com Hassan, seu único e melhor amigo. 


A viagem vai causar muita confusão na vida desses dois, o que vai fazer o leitor rir muito com as aventuras desses adolescentes. Colin já namorou 19 Katherines durante sua vida e todos esses relacionamentos acabaram mal. Por este motivo, ele resolve elaborar um teorema (e várias anagramas) que servirá para prever o desfecho de todo relacionamento. E é daí que vem o título do livro. 


Durante a viagem eles fazem amizade com uma menina (juro que o nome dela não é Katherine!) e acabam passando algum tempo na cidade dela, em Tennessee, onde encontram até mesmo um emprego temporário em uma fábrica e entrevistam os moradores.

PS. Preste atenção as notas de rodapé. Aposto que você vai se surpreender com o conteúdo delas.

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Da mesma escritora do famoso Fangirl e também de Eleanor e Park.
Este livro é o primeiro da autora e se passa em 1999, que é quando ela nos apresenta Lincoln: 29 anos, geek, solteiro e apaixonado por vídeo games.

A função dele na companhia onde trabalha é monitorar o conteúdo dos computadores, sendo obrigado a checar os emails dos funcionários. Por isso, Lincoln acaba lendo a troca de emails entre duas amigas, Jennifer e Betty, jornalistas que também fazem parte da companhia e expõe seus sentimentos uma para a outra, contando detalhes de seu dia-a-dia. Através desses emails Lincoln acaba se apaixonando por Betty, sem nunca ter visto ou mesmo falado com ela. Acho que isso acontece porque ele se identifica com seu senso de humor, seu jeito divertido de consolar a amiga e sua forma de expressar seus sentimentos e opiniões.
Resta saber como alguém tímido e anti social como ele irá se apresentar e como Betty reagirá ao saber que ele tem lido todos os seus segredos.
A má notícia é que o livro ainda não foi publicado em português. A boa é que essa é uma ótima desculpa para praticar seu inglês.

Upgrade: fui na Saraiva ontem e vi que ele foi lançado em português, com o nome de Anexos e com uma capa parecida com essa.

Obs: Juro que você vai acabar o livro com vontade de se apaixonar!

"Há momentos em que você não consegue acreditar que algo tão bom está acontecendo. E há momentos em que você está inteiramente consciente de que algo maravilhoso está acontecendo."

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Nesse tutorial ensino como reaproveitar revistas antigas e deixar seu quarto, ou qualquer outro cômodo da casa,com a sua cara, sem gastar nada. Vamos lá? 



Você vai precisar de:

Revistas
Tesoura
Cola
Tempo Livre
Criatividade
Imaginação

Inspiração


Desde sempre, gosto de folhear livros, revistas e catálogos em busca de imagens ou trechos que me chamem a atenção.  Quando isso acontece, grifo o texto e copio em um caderninho que tenho sempre a mão. No caso das imagens, arranco a página fora e guardo para fazer colagens que penduro na parede do quarto ou grudo no meu mural de fotos. 



 Como sou assinante da Revista Vida Simples, da Editora Abril, depois de ler a revista toda, acabo usando várias figuras, inclusive as da capa, que são sempre criativas e coloridas. Outra que também adoro é a Revista Sorria, da Editora Mol, que é distribuída pela Droga Raia mensalmente e ajuda projetos que contribuem para a saúde, como a instituição para crianças com câncer, o GRAAC(Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).


As duas revistas estão no Instagram e no Facebook:
@revistasorria
@vidasimples

Outra forma criativa de expor suas colagens é usar um estrado de cama, como na foto abaixo.


Espero que tenham curtido a ideia e se inspirado para fazer suas próprias colagens, expondo-as com orgulho. 


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Se você já leu o livro "Um dia" (e depois assistiu o lindo filme com Anne Hathaway), sabe quem é David Nicholls e como é difícil largar um livro dele. O segundo livro dele publicado no Brasil e, por isso, o segundo lido por mim, foi "Resposta Certa" (ou Starter for ten), que também virou filme logo em seguida e te deixa curioso para saber o que vai acontecer a seguir.


Agora chegou a vez de "O Substituto", que originalmente é chamado de "The Understudy." O livro tem Stephen como personagem principal, um ator em busca de uma oportunidade que o faça ficar famoso e provar seu talento para sua filha e sua ex-mulher. Enquanto este dia não chega, Stephen substitui um ator famoso chamado Josh, que é totalmente egocêntrico, mulherengo e interesseiro.
Há romance, como é de se esperar, mas o casal de "O Substituto" não chega aos pés de Emma e Dexter, do livro "Um dia".


Assim como nos livros anteriores, David Nicholls não se importa com finais felizes. Pelo contrário: sempre nos mostra personagens azarados, tristes e melancólicos mas que mesmo assim, conseguem nos cativar.

Por isso já estou de olho no próximo lançamento que se chama Us, ainda sem nome definido no Brasil.
E você, já leu algum livro ou assistiu algum filme do autor?





Esse livro é escrito por três escritores e, por isso, dividido em três contos. Tenho que confessar que só comprei o livro porque vi o nome do John Green na capa, sendo que não conhecia os outros dois autores. Admito que, apesar de ter criado muita expectativa no conto escrito por John Green, acabei gostando muito dos outros dois contos também.
A história gira em torno de uma tempestade de neve que acontece na noite de Natal e provoca encontros inesperados que se transformam em romance. De forma engraçada e divertida, os três autores nos envolvem nas aventuras de cada personagem.



No primeiro conto, a personagem deixa seu namorado para trás e pega um trem para a Flórida para passar o Natal com seus avós, já que seus pais ficam preso em uma loja. Mas graças a uma nevasca, o trem vai parar em Gracetown, pequena cidade onde tudo acontece em todos os contos do livro.

No segundo conto, escrito pelo meu querido John Gree, um grupo de amigos combina de assistir passar a véspera de Natal assistindo filmes do James Bond. Os planos mudam quando os garotos ficam sabendo que há várias líderes de torcida de passagem pela cidade e decidem ir ao encontro delas.

 O terceiro e último conto, conta a história de uma menina que trabalha na Starbucks, terminou com o namorado e está de coração partido. Para superar isso, conta com a ajuda de suas amigas e com missões que estas dão a ela.



Conforme vamos avançando na leitura dos contos, percebemos que os três contos estão interligados e isso nos deixa curiosos para saber de que forma os autores vão desenvolver a história entre eles. 
O livro é de fácil leitura, com linguagem simples e informal, e é uma boa ideia para presentear alguém neste Natal. 


Pra aproveitar o feriado no meio da semana (dia da consciência negra), em plena quinta-feira (20/11), resolvi ir pra São Paulo e passar um tempo com minha prima lá.
De manhã, passeamos no Mercadão e experimentamos frutas de nome estranho, queijo com damasco e nozes e arroz árabe com canela.
(Não, eu não comi o famoso pão com mortadela, nem o pastel de bacalhau. Não gosto de nenhum dos dois).
Depois, ainda no mercadão, fomos na feira de artesanato, que fica lá dentro. Achei as coisas um pouco caras e acabei não comprando nada. Mas vontade não faltou. Tinha artigos decorativos para a casa, enfeites para o Natal, muitos colares, carteiras e bolsas.
Não posso dizer que tudo foi do jeito que eu queria. Me incomodou a sujeira do lado de fora e o cheiro forte.
A tardezinha quis conhecer a Avenida Paulista, dessa vez de metrô. No caminho, foi bonito de ver um casal de velhinhos andando de mãos dadas, uma menina estilosa de turbante laranja, gente concentrada em seus livros e caras com seus violões.
Nas ruas, vimos vários hippies vendendo seus artesanatos. Sou suspeita para falar sobre isso pois adoro coisas hipongas e queria comprar tudo: pulseiras rústicas de couro e metal, brincos coloridos, colares de garrafa pet e camisetas tie dye.
Na Rua Augusta, fiquei encantada com a loja Imania, que fica dentro do Shopping Center 3 (nome nada criativo para um shopping, eu sei). Essa loja vende imãs criativos para enfeitar a geladeira. Juro que queria levar todos e foi difícil escolher só dois. Cada um custa R$ 3,00.
Depois, como minha prima e o namorado sabem do meu amor por livros, me levaram para conhecer a Livraria Cultura, de dois andares, onde há espaço para leitura e até mesmo pufs coloridos para você se esparramar enquanto lê.
Ainda na Paulista, jantamos no Maoz, restaurante vegetariano, onde experimentamos falafel, bolinho feito a base de grão de bico e pita, um pão árabe delicioso, tipo pão sírio, com salada.


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“Quem é você Alasca” é mais um livro de John Green, o escritor queridinho do momento. Ao contrário de A culpa é das estrelas, este não aborta nenhum tipo de doença física. Mas, talvez, aborde a doença mental, a bipolaridade, a depressão, o tédio e a falta de sentido que muitas vezes nos assombra.

Sei que esses podem parecer assuntos muito profundos e complicados mas John Green sabe como torná-los interessantes e fáceis, com o uso de sua tão conhecida linguagem informal, gírias e palavrões.


Miles, conhecido como Gordo, é um garoto anti-social, que está sempre entediado e de mal com a vida. Seu hobby é ler biografias e decorar as últimas palavras proferidas por aqueles que já se foram. Um dia, inspirado pelo poeta François Rabelais e suas últimas palavras, resolve que precisa mudar de vida e dar novo sentido a ela. Para isso, se matricula em um internato, onde tudo começa a mudar.
Nessa escola, ele conhece a excêntrica Alasca. A pergunta que dá título ao livro não é respondida mesmo quando se chega ao fim. Porém, algumas características da personagem ficam claras conforme a leitura: problemática, engraçada, inteligente, inconstante, melancólica, impulsiva, intensa e infeliz. Alasca está sempre tentando encontrar respostas. Seu desejo é sair do labirinto de sofrimento que é a vida.
Conversando sobre coisas profundas e outras nem tão profundas assim, entre cigarros, livros e reflexões, medos e sonhos, Miles, Alasca e Coronel, constroem uma forte amizade, relatada de forma honesta e real neste livro de John Green.


Aqui estão as últimas palavras de François Rabelais:
Saio em busca de um Grande Talvez. é por isso que estou indo embora. Para não ter de esperar a morte para procurar o Grande Talvez."



Resenha: Beatriz Amaral (colaboradora do blog)
Fotos: João Paulo Rosiscka


Era um sábado chuvoso. O programa era sair de Vancouver e passar o dia em Seattle, cidade que fica em Washington, nos EUA, viagem que dura, de carro, quase duas horas.
Eu e minhas duas amigas francesas alugamos um carro e uma delas, com mais experiência na estrada, foi dirigindo.

Apesar da neve, chegamos em segurança e passamos pela fronteira, tendo que ficar na fila por horas para mostrarmos documentos e conversarmos com os policiais sobre nossas intenções na cidade de Seattle.

A primeira atração foi Space Needle, torre construída em 1962, que nos permitiu uma vista panorâmica da cidade, graças ao mirante de observação localizado no segundo andar da enorme torre, no qual tivemos acesso depois de pegar um pequeno elevador, onde um guia nos acompanha, contando um pouco da história da cidade de Seattle e de suas atrações turísticas.

A segunda (e bem mais interessante) visita foi ao EMP Museu (Experience Music Project), onde nos divertimos com os fones de ouvidos localizados em todo o lugar.  
(Ophelie, uma das minhas amigas francesas, num momento Jimy Hendrix, artista nascido em Seattle).
No interior do museu podemos ver um acervo todo relacionado à música, com exibições sobre Rolling Stones, Jimi Hendrx e objetos que pertenceram a Nirvana, como essa escultura gigantesca de guitarrras. Além disso, há estúdios de gravação, onde os visitantes podem tocar vários instrumentos.

Curiosidade para os amantes de cinema, que assim como eu, amam comédias românticas: Seattle é a cidade onde foi gravado o filme 10 coisas que eu odeio em você, no ano de 1999.  

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“As palavras não cabem na foto.”
Inaugurada no ano de 1995, a terceira maior biblioteca pública do Canadá é localizada no centro de Vancouver, na Rua Georgia, perto da famosa Praça Robson e é o lugar perfeito para quem, assim como eu, adora ler.
O enorme prédio possui uma arquitetura que lembra o Coliseu, em Roma, vários andares e telhado ecológico. O ambiente é super confortável, silencioso e organizado para quem precisa gastar horas estudando ou lendo.

Para quem quer retirar livros, é preciso um cadastro, comprovando residência na cidade e mostrando o passaporte, o que te dá o direito de utilizar uma carteirinha. Mas só terá acesso a esse serviço quem ficar mais de 6 meses na cidade. No meu caso, não consegui o cadastro pois meu visto era de um pouco menos de 6 meses. Mas isso não me impediu de passar as tardes chuvosas na biblioteca, caçando livros sobre fotografia e outras paixões.

Se você não gosta de filmes que fazem chorar, não assista.
Se você gosta, já sabe: vá sem rímel e com uma caixinha de lenços para te fazer companhia.Hazel é uma adolescente com câncer em estado terminal, apaixonada pelo livro Uma aflição Imperial, que vive usando a ironia como mecanismo de defesa. Sua mãe a pressiona a freqüentar um grupo de apoio, onde Hazel conhece Gus e é aí que a história fica interessante. O relacionamento do casal tem altos e baixos e é marcado por muitos SMS, troca de livros, olhares apaixonados, discussões, expectativas e até mesmo uma improvável viagem para Amsterdã, com direito a um jantar romântico, um passeio a casa de Anne Frank e um encontro com o escritor favorito de Hazel.Por ser narrado em primeira pessoa, o leitor se sente como um amigo íntimo da personagem principal e se identifica com ela, já que esta coloca para fora seus sentimentos, seus medos, seus sonhos e suas dores. Isso faz com que o leitor se sinta envolvido e encantado pela história.
John Green consegue falar sobre o câncer de maneira real, honesta e, ao mesmo tempo, comovente, sem enfeitar ou encobrir as conseqüências e sintomas dessa doença. Já estou ansiosa para assistir “Quem é você Alaska,” outro livro do autor que vai virar filme ano que vem.