Um dia, estava eu fuçando no Netflix em busca de alguma coisa interessante para assistir, quando vejo a série Dance Academy. Apesar de parecer um pouco infantil no começo, resolvi arriscar e adorei. Me envolvi com cada personagem, torci por eles, sofri com cada derrota e chorei no último episódio (e em outros episódios também).

Dance Academy é um seriado australiano que acontece em Sidney e estreou em 2010, terminando três anos depois, com três temporadas.
A série retrata o dia-a-dia de um
grupo de adolescentes na Academia Nacional de Dança, onde aprendem
não só a dançar, mas também sobre relacionamentos, amizade,
expectativa, dor, perda, paixão e tomada de decisões.

Os atores realmente têm que treinar
e praticar cada dança, se submetendo a uma rotina exaustiva de
exercícios. Além disso, a maioria dos atores sabe cantar ou tocam
um instrumento.
Nessa série podemos acompanhar o
amadurecimento de cada personagem ao longo dos anos, conforme eles
vão superando obstáculos, fazendo suas escolhas profissionais e
pessoais, aprendendo a se virar sozinhos, lidando com a adolescência
e se tornando jovens adultos.

Pesquisando sobre a série, descobri
seu site oficial, onde é possível interagir com os personagens e se
sentir dentro da Academia, podendo visitar o quarto de cada
personagem, assistir os episódios da série, ver fotos, responder a
um Quiz, assistir aos bastidores e conferir vídeos. Além disso,
cada ator fala sobre seu personagem e sobre a experiência de atuar e
dançar no seriado.
“Houve um dia em que o tempo parou
e tudo fez sentido. Eu sabia que, um dia, eu poderia voar. E é por
isso que, nessa vida, eu danço.” (Tara, a personagem principal, no
primeiro episódio da série).
































Hazel é uma adolescente com câncer
em estado terminal, apaixonada pelo livro Uma aflição Imperial, que
vive usando a ironia como mecanismo de defesa. Sua mãe a pressiona a
freqüentar um grupo de apoio, onde Hazel conhece Gus e é aí que a
história fica interessante. O relacionamento do casal tem altos e
baixos e é marcado por muitos SMS, troca de livros, olhares
apaixonados, discussões, expectativas e até mesmo uma improvável
viagem para Amsterdã, com direito a um jantar romântico, um passeio
a casa de Anne Frank e um encontro com o escritor favorito de Hazel.
Por ser narrado em primeira pessoa,
o leitor se sente como um amigo íntimo da personagem principal e se
identifica com ela, já que esta coloca para fora seus sentimentos,
seus medos, seus sonhos e suas dores. Isso faz com que o leitor se
sinta envolvido e encantado pela história.


